A Rovensa Next reforçou seu compromisso com a integração entre pesquisa e campo ao receber, nos dias 6 e 7 de abril, um grupo seleto de pesquisadores em Monte Mor e Hortolândia, no interior de São Paulo. Eles conheceram de perto a fábrica e o centro de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa no Brasil.
Mas não foi uma visita institucional, foi alinhamento técnico. Neste encontro, ciência, indústria e campo estavam trabalhando juntos para discutir, testar e validar biossoluções que respondam sob diferentes condições de manejo. Ao todo, participaram 11 especialistas das áreas de nematologia, nutrição vegetal, solos e fitopatologia.
“A agricultura não acontece no laboratório, ela acontece sob pressão, clima, microclima, pragas, doenças, solo e manejo. A resposta não é fixa, depende do ambiente onde a planta está inserida. É aí que a ciência aplicada no campo deixa de ser diferencial e passa a ser uma necessidade”, afirma Júlio Katzer, RTV da Rovensa Next no extremo Sul do Brasil.
Segundo o RTV, os pesquisadores convidados atuam diretamente com multinacionais do agro, além de conduzirem palestras, treinamentos e diversos trabalhos de campo. Parte do grupo, inclusive, participou da validação de produtos como o inoculante Otimais Duo, recém-lançado pela Rovensa Next no país.
Durante a visita, o grupo também percorreu a fábrica, onde acompanhou o rigor do processo produtivo, cujo nível de controle é semelhante ao da indústria farmacêutica. Mais do que conhecer a estrutura, o objetivo foi gerar confiança técnica em quem recomenda, distribui e decide sobre uso de biossoluções no campo.
Na prática, essa aproximação aumenta a previsibilidade de desempenho dos produtos, otimiza o uso de insumos e melhora a resposta das culturas em condições adversas. O resultado é a produtividade mais consistente. Isso fortalece toda a cadeia produtiva, principalmente a quem mais importa: o produtor rural.
“Quando ciência, indústria e campo caminham juntos, o risco diminui e a eficiência aumenta. Não se trata apenas de lançar biossoluções, mas de garantir que elas façam sentido dentro da realidade de cada região. Afinal, a verdade é uma só, o campo é soberano. Não existe narrativa que substitua o resultado comprovado”, afirma o RTV Júlio Katzer.
O papel do agrônomo não é apenas evitar problemas, mas estar preparados para resolvê-los quando surgem. Para tanto, exige conhecimento e critério técnico, investimento constante em pesquisa aplicada, processo industrial rigoroso e controle de qualidade permanente.
É isso que a Rovensa Next entrega junto com novas tecnologias e biossoluções para o campo. “Quem valida é o campo, e, sem conexão com ele, nenhum resultado se sustenta”, conclui Katzer.




